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Dispositivo para tratar câncer de pele pode ser adotada pelo SUS

Dispositivo - Foto Divulgação
Dispositivo - Foto Divulgação
O câncer de pele no país está acima da média mundial, o não-melanoma é o mais frequente no Brasil e no mundo e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, de acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer). Com o objetivo de facilitar o diagnóstico e tratamento óptico do câncer de pele não melanoma um grupo de pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) desenvolveu, nos últimos anos, um dispositivo com resultados promissores, principalmente na eliminação de tumores iniciais. O procedimento está em processo de avaliação para ser implementado no Sistema Único de Saúde (SUS). “Sem dúvidas, a incidência de câncer de pele no Brasil está acima da média mundial, o que ocorre é a falta de notificações”, afirma dermatologista Curt Treu, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Desta forma, os pacientes com câncer de pele não melanoma poderão contar, em breve, com uma nova tecnologia para o tratamento não invasivo desse tipo de tumor cutâneo.
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